ENERGIA E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: o progresso e a preservação ambiental

 Por Rubens Teixeira*

A oferta e a demanda de energia no mundo são tão relevantes que analistas atribuem à manutenção de controle do mercado energético como possível razão de algumas guerras recentes. Os países que não são autossuficientes em energia procuram diversificar geograficamente seus fornecedores para que não sejam afetados por conta de uma crise externa localizada que possa prejudicar seu abastecimento. As razões de tal preocupação são plenamente justificáveis, pois sem energia não há desenvolvimento, defesa ou conforto para a população. Essas questões provocam prejuízos políticos para os governos ou interferências na soberania nacional. Trata-se de relevante problema para projetos de Estado e de governo.

As fontes de energia podem ser classificadas em renováveis e não renováveis. As primeiras são aquelas cuja origem é passível de renovação pela própria natureza, como, por exemplo, a energia hidráulica, a biomassa, a solar e a eólica. As não renováveis são as que podem ter as fontes exauridas pelo uso contínuo, como os combustíveis fósseis (petróleo, gás natural e carvão) e a nuclear.

Sobre a energia nuclear, a sociedade não conhece com exatidão seus benefícios e riscos, o que faz o inconsciente popular associá-la, indevidamente, à bomba atômica e suas consequências. Entretanto, diversos países vêm expandindo seu uso consideravelmente. Na França, mais de 76,9% da energia elétrica é de origem nuclear – equivalente a 17% da produção mundial. No Brasil, menos de 3%. Além da energia elétrica de origem nuclear, outras formas de uso da energia nuclear são possíveis, como, por exemplo, tratamentos de câncer, diagnósticos médicos de alta precisão, esterilização de equipamentos médicos e irradiação de alguns tipos de alimentos para aumentar em algumas vezes sua durabilidade, a depender do tipo de alimento.

Para suprimento da demanda por energia quando os reservatórios das usinas hidrelétricas estão em baixa, utiliza-se alternativamente a energia gerada por termoelétricas, que podem ser a gás, carvão ou óleo combustível. Dentre estas opções, a menos poluente é a termoelétrica a gás.

O uso das fontes de energia versus as leis de mercado de oferta e demanda é influenciado por outros fatores externos relacionados à sustentabilidade, seja no aspecto econômico, ambiental ou social. A disciplina no uso da energia é um fator a ser desenvolvido pela sociedade de um modo geral. Ao economizarmos mais energia, afetamos menos a disponibilidade da mesma, mantemos o meio ambiente mais preservado e o preço da energia tenderá a reduzir, ou, pelo menos, reduzirão as pressões de aumento de preços.

É imprescindível buscar constantemente a inserção de novas modalidades de fontes de energia na matriz energética brasileira, associada à adequação do uso dessa matriz. O crescimento econômico e a democratização do uso da energia caracterizam-se, por exemplo, pela entrada de novos consumidores da área rural e de regiões antes desprovidas desse recurso, e, consequentemente, aumentam a demanda de fontes de energia limpas e renováveis.

O Brasil é um país de dimensões continentais. Sabe-se que os grandes centros são os maiores consumidores. Todavia, os lugares mais longínquos e pouco desenvolvidos só terão maior desenvolvimento a partir da disponibilidade de um potencial energético adequado em cada ponto de demanda. Para alcançar este resultado é necessária uma cadeia conjunta de produção e distribuição de energia. A infraestrutura adequada só chegará depois que houver energia suficiente e disponível. Por esse motivo, além da produção, a distribuição de energia também possui grande relevância na estratégia de desenvolvimento, além do padrão de consumo que, normalmente, é regido pelas leis de oferta e procura reguladas pelos preços de mercado.

A despeito de todas as críticas passíveis, espera-se que o petróleo ainda seja um componente relevante da matriz energética por muitos anos. Assim, cabe ao país e às empresas cumprirem o seu papel, ou seja, executar a tarefa de explorá-lo, sem perder a visão das outras fontes energéticas.

Apesar de o petróleo ser uma fonte de energia barata, não se pode deixar de lado as pesquisas relacionadas às demais fontes energéticas menos poluentes e que possam garantir um desenvolvimento sustentável. Não deve haver preferência, por simpatia, de uma forma em detrimento da outra, mas por viabilidade econômica, social e ambiental. A escolha deve ser consciente, com embasamento teórico e não emocional, sob pena de levarmos o debate para fora da seara correta e deturparmos os conceitos que devem ser analisados, sobretudo, de forma científica em busca do bem para a humanidade.

Alguns temas são correlacionados por fazerem parte de peças da engrenagem do desenvolvimento sustentável. A produção e demanda de energia afetam a produção e distribuição de alimentos, seja pelo compartilhamento do solo e investimentos para a produção de energia ou mesmo pela necessidade logística de transporte e industrialização de alimentos. Isso vale para outros itens de consumo da sociedade.

Por outro lado, a geração de energia provoca impactos no meio ambiente, podendo, inclusive, afetar a segurança hídrica ou ambiental. A sustentabilidade econômica, social e ambiental leva em conta toda essa relação matricial de interferências múltiplas que pesam sobre as escolhas estratégicas, tornando as tomadas de decisões mais complexas. Por conta dessa problemática, torna-se imprescindível que a sociedade civil deva participar do processo e ser informada para compreender com clareza as medidas tomadas pelo governo, tendo assim condições de propor soluções alternativas.


Para o debate ser mais proveitoso, é necessária melhoria nos níveis de educação e discernimento da população. A partir de tais melhorias, ficam claras as necessidades de valorização das definições de prioridades estratégicas, relacionadas à implantação de novas tecnologias, e as construções adequadas aos modelos de sustentabilidade. Dessa forma, serão alcançadas possibilidades de desenvolvimento sustentáveis, preservando as condições de vida das gerações futuras.

A participação social efetiva nos debates permitirá o fortalecimento dos direitos de cidadania e gerará um maior comprometimento coletivo, visando à mitigação dos efeitos climáticos já iniciados. O envolvimento da sociedade no debate fará com que a opinião pública seja mais consciente de suas escolhas. Mudanças comportamentais, como não usar automóveis com a emissão de gases poluentes desregulada, evitar queimadas, priorizar o uso de equipamentos que consumam menos energia, economizar água, e tomar medidas que evitem a contaminação de reservatórios de água, dentre outras, já trarão benefícios que, se somados, diminuirão os impactos negativos sobre o meio ambiente.

Outro ponto que merece destaque é a reestruturação da malha viária. A otimização do uso dos meios de transporte ocasionará o menor desperdício de recursos energéticos. A melhor utilização da malha viária e do transporte público propiciará uma eficiência no uso dos recursos energéticos, associada a um menor impacto no meio ambiente devido à redução do fluxo de emissão de gases poluentes. O resultado imediato será o ganho na qualidade do ar e a diminuição do impacto futuro sobre o clima, além de redução dos custos energéticos.

Para apontar as perspectivas futuras de novas utilizações, pode-se citar o uso em automóveis. As grandes montadoras já estão desenvolvendo protótipos de carros com motor híbrido, com propulsão à combustão e energia elétrica, como também automóveis movidos unicamente a energia elétrica. Alguns circulam em fase de testes nas grandes cidades. Projetos de engenharia, mais ousados e recentes, já contemplam tomadas em estacionamentos para a recarga de carros elétricos.

O Brasil é um país privilegiado por ter várias alternativas energéticas disponíveis. A matriz energética de um país é uma escolha estratégica da sociedade, implementada pelo governo, com base no que há disponível e no que se entende por melhor. A perspectiva energética do Brasil é uma das melhores do mundo. A continuidade de implantação da infraestrutura adequada nos permitirá ter energia em grande quantidade, tanto para consumo próprio quanto para exportação.

Dentre as boas perspectivas que o Brasil possui, citamos algumas: é o país com a maior extensão territorial com incidência solar na quase totalidade do ano, o que é uma grande fonte de energia; o extenso litoral permite o aproveitamento da energia eólica, ainda pouco utilizada; ainda existem áreas não exploradas para a cultura de plantas que são insumos para a produção de combustíveis, como a cana-de-açúcar e a mamona; o potencial hidrelétrico ainda não é totalmente utilizado. Os recursos naturais estão, em grande medida, disponíveis para o nosso desenvolvimento e não precisamos destruir o meio ambiente para isso. O Brasil se reerguerá e se consagrará como potência internacional tão rápido quanto nós brasileiros sejamos capazes de fazê-lo.

* Rubens Teixeira é analista do Banco Central do Brasil, ex-diretor financeiro e administrativo da Transpetro, professor, escritor e palestrante. Doutor em Economiaimage (UFF), mestre em Engenharia Nuclear (IME), pós-graduado em Auditoria e Perícia Contábil (UNESA), engenheiro de fortificação e construção (IME), formado em Direito (UFRJ, aprovado na OAB-RJ), bacharel em Ciências Militares (AMAN). Foi um dos ganhadores do Prêmio Tesouro Nacional com trabalho baseado em sua tese de doutorado intitulado: “A Importância da Credibilidade para o Equilíbrio Fiscal: uma avaliação para o caso brasileiro”. É coautor do best seller “As 25 Leis Bíblicas do Sucesso” e do “DESATANDO O NÓ DO BRASIL: propostas para destravar a economia e travar a corrupção.”

NOTA DE REPÚDIO CONTRA A ATITUDE DA REVISTA ÉPOCA, assinada por notáveis

Por Marcus Dezemone, Henrique Forno e William Douglas*

“Reforço minha solidariedade a Rubens Teixeira diante dos novos e infundados ataques sofridos. Repudio ainda, de forma veemente, a lamentável nota da revista Época. Apresentar apenas como “pastor” alguém com a qualificação técnica e a sólida formação acadêmica de Rubens, nada mais é do que uma vil tentativa de incutir no leitor um juízo prévio de valor, mobilizando a mesma associação negativa entre religião e política que se tentou imputar a Crivella e foi rejeita pelos cariocas nas urnas. Associar seu nome a corruptos, quando a conduta pública de Rubens foi objeto de rigorosa auditoria e séria investigação que nada comprovaram, revela tanto má fé quanto um esforço maior em desinformar do que informar. Época nos fornece assim mais um exemplo de mau jornalismo em meio a tantos que caracterizam nos últimos anos o periódico e o grupo empresarial ao qual pertence.”

Prof. Dr. Marcus Dezemone – UFF e UERJ
Prof Dr Henrique Forno – Banco Central do Brasil
Prof Ms William Douglas – Justiça Federal

JORNALISMO RUIM

Por William Douglas*

Utilizo o presente espaço para alertar os amigos sobre o jornalismo ruim, preconceituoso e dissociado de compromisso com a verdade de que está sendo vítima meu amigo Rubens Teixeira.

A Revista Época fez matéria inaceitável, que denuncio aqui. Ela noticiou a indicação de Rubens Teixeira para Secretario de Meio Ambiente no Município do RJ referindo-se ao mesmo como pastor (preconceito, como demonstrarei abaixo) e insinuando que o mesmo está envolvido em corrupção (falta com a verdade, erro grave em qualquer pessoa, mas ainda mais grave quando cometido pela imprensa).

Sobre isso, assinei nota conjunta , que compartilho:

Reforço minha solidariedade a Rubens Teixeira diante dos novos e infundados ataques sofridos. Repudio ainda, de forma veemente, a lamentável nota da revista Época. Apresentar apenas como “pastor” alguém com a qualificação técnica e a sólida formação acadêmica de Rubens, nada mais é do que uma vil tentativa de incutir no leitor um juízo prévio de valor, mobilizando a mesma associação negativa entre religião e política que se tentou imputar a Crivella e foi rejeita pelos cariocas nas urnas. Associar seu nome a corruptos, quando a conduta pública de Rubens foi objeto de rigorosa auditoria e séria investigação que nada comprovaram, revela tanto má fé quanto um esforço maior em desinformar do que informar. Época nos fornece assim mais um exemplo de mau jornalismo em meio a tantos que caracterizam nos últimos anos o periódico e o grupo empresarial ao qual pertence.

Prof. Dr. Marcus Dezemone – UFF e UERJ
Prof Dr Henrique Forno – Banco Central do Brasil
Prof Ms William Douglas – Justiça Federal

Quem quiser entender melhor o caso, veja a resposta do próprio Rubens Teixeira: “REVISTA ÉPOCA, QUE PROCESSEI PORQUE MENTIU, FOI RÁPIDA EM ME ATACAR”: clique aqui e leia

* William Douglas é mestre em direito,  juiz federal, professor, escritor e palestrante

REVISTA ÉPOCA, QUE PROCESSEI PORQUE MENTIU, FOI RÁPIDA EM ME ATACAR

1) A RAPIDEZ DO ATAQUE: A FÚRIA CONTIDA

Logo que a imprensa divulgou que o prefeito eleito Marcelo Crivella escolheu meu nome para ser Secretário de Conservação e Meio Ambiente, a revista Época foi rápida no gatilho (clique aqui e leia a matéria). Sim, no gatilho da sua máquina de destruir reputações usando mentiras e meias verdades, próprio da sua natureza e qualidade. Afinal, Lauro Jardim (clique aqui e leia a nota), do Jornal O Globo, saiu pela mesma linha, mas menos visceral. Ademais, têm o mesmo patrão que provavelmente rege esta orquestra. Lamento que o grupo O Globo, como fez no RJ TV, no dia 20/12, se esforce para me identificar como religioso, de forma preconceituosa, e evite falar de milhares de horas de estudos que tive nos diversos cursos que fiz. Eu apreciaria que os jornalistas que fazem isso, se referissem ao seu próprio nome citando também sua religião para que fossem coerentes.

Dizer que eu fui diretor financeiro e administrativo enquanto Sérgio Machado era presidente da Transpetro não me incomoda. Cumpri minha missão. Eu tinha minhas atribuições e as cumpria e ele tinha as dele. Cada um responde pelos seus atos. E isto está acontecendo. Se alguém espera que para me defender preciso citar alguém, deixo claro que meus atos expressos nos documentos que produzi respondem por si só. Minha vida responde por si só. Nada temo e sempre respondi e respondo a todas as acusações feitas por setores da  imprensa (sempre os mesmos, uma lástima), em acordo com criminosos que produzem informações falsas.

Com relação à indicação para o cargo de diretor da Transpetro, pelo que sei, fui indicado pelo vice-presidente José Alencar depois de ter minha tese de doutorado em Economia como uma das premiadas no Prêmio Tesouro Nacional. Não seria menos prestígio se fosse sugerido meu nome pelo senador Marcelo Crivella. Agora, prefeito eleito, ele deverá me nomear. Isto me orgulha muito. Independente de quem me nomeia ou de quem me indica, respondo pelos meus atos. Isso não parece razoável para vocês? A lei diz isso, sabiam?

2) POR QUE A REVISTA ÉPOCA FOI TÃO RÁPIDA EM SEU GATILHO PARA TENTAR ME JOGAR LAMA, MAIS UMA VEZ?

Em 2011, pus em suspeição um relatório da Auditoria da Petrobras. A mesma que não pôde enxergar os escândalos que o mundo assistiu. Na época, me foi sugerido que não levasse em conta porque os órgãos de controle já tinham conferido e as informações não eram relevantes etc. Assumi o compromisso de que ignoraria. Afinal, as mentiras não prosperaram.  Exatamente este relatório de auditoria suspeito foi parar aonde? Na Revista Época em uma matéria assinada pelo jornalista Diego Escosteguy em 2014 que, além de usar as inconsistências contidas nele, mentiu em outros aspectos: Clique aqui e leia

3) QUE PROVIDÊNCIA TOMEI?

Ingressei com ação criminal e cível contra o jornalista e contra a revista Época por conta da matéria publicada em 2014. O processo está correndo. Até hoje o Judiciário não conseguiu citar o jornalista para se apresentar em juízo para responder pelos seus atos. Se ele e a Época estão certos da matéria, por que não colaboram com o Ministério Público para que me cobrem do que eles alegaram? Mas não tem problema, as medidas estão sendo tomadas para que o jornalista e sua revista patroa se apresentem, preferencialmente, colocando como testemunhas os auditores que assinaram o tal relatório e outras fontes que tenham.

Sou o mais interessado na verdade e não estou vendo a Época colaborando para que esta verdade venha à tona em juízo.   Por que será que a Época não me procurou com as piores ou melhores perguntas que tivesse para sanar todas as dúvidas a meu respeito logo que fui destituído da Transpetro em 27 de março de 2015? Se acha que devo algo, por que não me cobrou? Teria se omitido?

4) O QUE A REVISTA ÉPOCA SABE MAS NÃO PUBLICA?

A) NÃO FUI CITADO NA LAVA-JATO. NUNCA RESPONDI E NEM RESPONDO A QUALQUER PROCESSO  por qualquer ato delituoso que tenha praticado ao longo de 28 anos no serviço público. Se eu fosse chamado a me explicar, teria a obrigação fazê-lo, como qualquer cidadão. Não me preocupo com isso. Agentes públicos têm a obrigação de esclarecer todos os seus atos para a sociedade. Explicar não é ofensivo para quem não deve.

B) MINHA EXPERIÊNCIA NO SERVIÇO PÚBLICO

– 10 anos no Exército: oficial na área combatente e tecnológica;

– 18 anos no Banco Central; e

– Durante estes 18 anos de Banco Central, exerci por 7 anos exerci o cargo de diretor  financeiro e administrativo da Transpetro (3/3/2018 a 27/3/2015). Quando fui destituído, publiquei “PRESTAÇÃO DE CONTAS DA MINHA GESTÃO COMO DIRETOR POR 7 ANOS NA TRANSPETRO Clique aqui e leia minha prestação de contas publicada à época.

5) “COINCIDÊNCIA” NA MINNHA DESTITUIÇÃO DA TRANSPETRO

Defendo que o Brasil deve adotar dinheiro virtual (digital) para acabar com a corrupção e crimes que envolvem dinheiro. Fui destituído do cargo 7 dias após desafiar corruptos a colocar dinheiro virtual (digital) na mala em debate no rádio. Nos dias seguintes, no andar da diretoria da Transpetro, ex-subordinados meus foram presos em uma sala e pressionados a passar informações a meu respeito, segundo eles. Estes ingressaram com ações trabalhistas e estão obtendo êxito.

O MPRJ, segundo a Revista Exame divulgou, abriu processo para apurar a prática de crimes de cárcere privado, tortura e constrangimento ilegal contra meus ex-subordinados. Nem praticando esta violência contra trabalhadores inocentes, provavelmente no afã de me atingir, obtiveram êxito em criar qualquer factóide que envolvesse meu nome.

Informações foram vazadas da Petrobras em matérias que faziam insinuações a meu respeito. Vim a público, esclareci e notifiquei o presidente da Petrobras e o diretor de  compliance para que se posicionassem sobre os vazamentos e fatos narrados. Como não fizeram, o caso está com meu advogado para a solução que o caso requer.

6) A PROPOSTA

Artigo que escrevi, em coautoria com Henrique Forno e Márcio Araujo,  sobre esta proposta do dinheiro virtual (digital) foi publicado no Jornal Folha de SP e no livro DESATANDO O NÓ DO BRASIL, dos mesmos autores. Recentemente, Keneth Rogoff, ex-economista chefe do FMI e professor de Harvard, publicou o livro “The curse of cash” defendendo a mesma coisa que nós autores: se o dinheiro digital for adotado eliminará crimes que envolvem dinheiro em espécie.

7) MINHA FORMAÇÃO

Doutorado em economia (UFF)
Mestrado em engenharia nuclear (IME)
Pós-graduação em auditoria e perícia contábil (UNESA)
Engenharia de fortificação e construção (civil) (IME)
Direito (UFRJ)
Bacharel em Ciências Militares (AMAN)

Curso de extensão no IME sobre meio ambiente e sobre petróleo no Instituto Brasileiro do Petróleo (IBP).

Idiomas: inglês e espanhol

8) CONCLUSÃO

Os ataques que me fizerem serão respondidos. Sempre. Com franqueza e serenidade. Cidadãos e jornalistas honestos podem e devem me cobrar esclarecimentos quando houver qualquer dúvida acerca dos meus atos na vida pública. Se tivesse medo de me explicar, não participaria de programas radiofônicos e televisivos, ao vivo, com entrevistas e debates há anos, no Rio de Janeiro, outros estados e no exterior. Jornalistas covardes de órgãos de mídia de reputação duvidosa me citam sem me entrevistar, sem me ouvir. Com frequência.

Quanto ao mais, podemos ter a convicção tranquila de que nem todos os jornalistas e órgãos de imprensa são corruptos, assim como não os são todas as pessoas públicas. Mas é evidente que a sociedade já cansada de ser enganada, espoliada e manipulada por corruptos acumpliciados nestas categorias, deve mesmo ficar  atenta a estes dois grupos de profissionais com alta capacidade de influenciar e decidir, tanto para o mal, quanto para o bem. Há de fato veículos de mídia e jornalistas de alta reputação, qualidade e credibilidade, como há excelentes agentes públicos, mas há o oposto também nas duas classes. Os brasileiros devem estar atentos para que o crime não prevaleça usando os serviçais do mal presentes nestas e em outras categorias.

Com relação ao novo cargo que foi anunciado que eu seria nomeado na prefeitura  da Cidade do Rio de Janeiro, trabalharei com o mesmo empenho que apresento há 28 anos em todos os cargos e funções que exerci. Farei meu melhor, mesmo correndo o risco de que inescrupulosos e corruptos tentem mudar a realidade dos fatos para atender aos mais escusos interesses que mantém o Brasil há séculos prostrado em desgraças. Eles vivem desta miséria. Vou me esforçar muito para fazer jus à confiança do prefeito eleito Marcelo Crivella que tem uma carreira política exemplar, o que serviu de motivação para que eu me sentisse prestigiado em compor sua equipe.

Leia também sobre a mesma matéria da Revista Época:

JORNALISMO RUIM, escrito pelo juiz federal William Douglas: clique aqui

NOTA DE REPÚDIO CONTRA A ATITUDE DA REVISTA ÉPOCA, assinada por notáveis: clique aqui

* Rubens Teixeira é analista do Banco Central do Brasil, ex-diretor financeiro e administrativo da Transpetro, professor, escritor e palestrante. Doutor em Economiaimage (UFF), mestre em Engenharia Nuclear (IME), pós-graduado em Auditoria e Perícia Contábil (UNESA), engenheiro de fortificação e construção (IME), formado em Direito (UFRJ, aprovado na OAB-RJ), bacharel em Ciências Militares (AMAN). Foi um dos ganhadores do Prêmio Tesouro Nacional com trabalho baseado em sua tese de doutorado intitulado: “A Importância da Credibilidade para o Equilíbrio Fiscal: uma avaliação para o caso brasileiro”. É coautor do best seller “As 25 Leis Bíblicas do Sucesso” e do “DESATANDO O NÓ DO BRASIL: propostas para destravar a economia e travar a corrupção.”

AGRADECIMIENTO AL PUEBLO COLOMBIANO (Agradecimento ao Povo Colombiano)

AGRADECIMIENTO AL PUEBLO COLOMBIANO
(Agradecimento ao povo colombiano)
 
Traducción completa al portugués al final
(Tradução completa para o português ao final)
 
Por Rubens Teixeira
 
Querido Pueblo Colombiano,
 
¡Muchas gracias! El pueblo brasileño está sufriendo mucho en este período debido a una enorme crisis política y económica. Para empeorar la situación, la delegación del amado equipo Chapecoense sufrió un grave accidente cuando estaban felices de ir a una final soñada de la Copa de América del Sur.bandeira colombia
 
Murió mucha gente querida en el territorio de ustedes: atletas, periodistas y otros profesionales. Algunos se salvaron porque ustedes han luchado para salvar sus vidas. Como brasileño, me gustaría darles las gracias a los colombianos, especialmente a la gente de Medellín, los voluntarios de Atlético Nacional, demostrando su bondad y humanidad a las víctimas del accidente del vuelo de Chapecoense y solidaridad al pueblo brasileño.
 
Ustedes fueron generosos al máximo, rescataron a las víctimas, han apoyado con muchos gestos, sufrieron y entregaron el título a nuestro campeón Chapecoense. Ustedes también son nuestros campeones.
 
He estado en Colombia para reuniones y conferencias y sé que son una gente extraordinaria. Pero, esta vez, ustedes nos han mostrado que son mucho más grandes de lo que yo imaginaba. Son de una grandeza única. Son un gran pueblo.
 
Nunca olvidaremos este gesto de los colombianos queridos. Muchas gracias. Dios los bendiga y los ayude a vencer todos sus desafíos.
 
Un gran abrazo de los brasileños que se consoló con gestos de afecto de ustedes.
 
 
Rubens Teixeira
 
 
 
AGRADECIMENTO AO POVO COLOMBIANO
 
Querido Povo Colombiano,
 
Muito obrigado! O povo brasileiro está sofrendo muito neste período devido a uma enorme crise política e econômica. Para piorar a situação, a delegação do amado time da Chapecoense sofreu um grave acidente quando estava feliz por ir a uma sonhada final da Copa da América do Sul. Bandeira Brasil Colombia
 
Morreram muitas pessoas queridas no território de vocês: atletas, jornalistas e outros profissionais. Alguns foram salvos porque vocês lutaram por salvar suas vidas. Como brasileiro, gostaria de agradecer ao Povo Colombiano, especialmente às pessoas de Medellín, aos voluntários, ao Atlético Nacional que mostraram bondade e humanidade com as vítimas do vôo e solidariedade com o povo brasileiro.
 
Vocês foram generosos ao máximo, resgataram as vítimas, apoiaram com muitos gestos e entregaram o título ao nosso Campeão Chapecoense. Vocês também são nossos campeões.
 
Eu estive na Colômbia para reuniões e palestras e sei que vocês são um povo extraordinário. Mas desta vez, vocês nos mostraram que são muito maiores do que eu imaginava. São de uma grandeza única. Vocês são um grande povo.
 
Nós nunca nos esqueceremos este gesto de vocês Colombianos. Muito obrigado. Deus abençoe vocês e ajude a superar todos os seus desafios.
 
Um grande abraço de brasileiros que se consolaram com gestos de carinho de vocês.
 
Rubens Teixeira

* Rubens Teixeira é analista do Banco Central do Brasil, ex-diretor financeiro e administrativo da Transpetro, professor, escritor e palestrante. Doutor em Economia
(UFF), mestre em Engenharia Nuclear (IME), pós-graduado em Auditoria e Perícia Contábil (UNESA), engenheiro de fortificação e construção (IME), formado em Direito (UFRJ, aprovado na OAB-RJ), bacharel em Ciências Militares (AMAN). Foi um dos ganhadores do Prêmio Tesouro Nacional com trabalho baseado em sua tese de doutorado intitulado: “A Importância da Credibilidade para o Equilíbrio Fiscal: uma avaliação para o caso brasileiro”. É coautor do best seller “As 25 Leis Bíblicas do Sucesso” e do “DESATANDO O NÓ DO BRASIL: propostas para destravar a economia e travar a corrupção.”

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A farsa da PEC do Teto: o que o governo e o Congresso não fazem e não falam – por Rubens Teixeira

A farsa da PEC do Teto: o que o governo e o Congresso não fazem e não falam – por Rubens Teixeira:

 

 * Rubens Teixeira é analista do Banco Central do Brasil, ex-diretor financeiro e administrativo da Transpetro, professor, escritor e palestrante. Doutor em Economiaimage (UFF), mestre em Engenharia Nuclear (IME), pós-graduado em Auditoria e Perícia Contábil (UNESA), engenheiro de fortificação e construção (IME), formado em Direito (UFRJ, aprovado na OAB-RJ), bacharel em Ciências Militares (AMAN). Foi um dos ganhadores do Prêmio Tesouro Nacional com trabalho baseado em sua tese de doutorado intitulado: “A Importância da Credibilidade para o Equilíbrio Fiscal: uma avaliação para o caso brasileiro”. É coautor do best seller “As 25 Leis Bíblicas do Sucesso” e do “DESATANDO O NÓ DO BRASIL: propostas para destravar a economia e travar a corrupção.”

É HORA DE O BRASIL APROVEITAR A DOR PARA MUDAR DE DIREÇÃO E MELHORAR: o sofrimento não pode ser em vão

 
Por Rubens Teixeira*
 
Impossível o brasileiro médio não entender porque há tanta miséria e desgraça no Brasil, mesmo sendo um país rico. Deste entendimento obtido nos últimos acontecimentos, fica claro que, em muitos casos, para ocupar cargos políticos importantes (ministros, secretários de governos etc.), um dos requisitos exigidos por alguns governantes é a desonestidade: alguém que “topa tudo pelo cargo”.
 
Quando um governante chama um desonesto ou despreparado para compor seu governo é porque quer, voluntariamente, correr o risco de práticas nocivas à sociedade. Se faz conscientemente, ou não age quando fica sabendo, sinaliza ser partícipe ou de alguma forma conivente com a promiscuidade do seu “escolhido”.
 
Por isso, a lição maior é que, para o Brasil mudar, o brasileiro precisa também mudar sua forma de ESCOLHER e COBRAR dos seus representantes. Para isso, necessariamente deve:
(1) não se omitir em política, em especial em período eleitoral;
(2) cobrar firmemente postura e esclarecimentos dos governantes e legisladores;
(3) não se deixar enganar por líderes oportunistas que apóiam corruptos e despreparados e desaparecem na hora mais dura da crise; e
(4) escolher bem seus representantes.
 
Se nem a dor ensinar é porque a racionalidade ou os valores já se deterioraram por completo. Mas parece que o sofrimento está ensinando ao brasileiro. Deve haver uma evolução positiva posterior a este momento difícil para muitos. Vamos aprender a lição de uma vez por todas. Só assim mudaremos o Brasil, fazendo suas riquezas serem usadas em favor do nosso povo. Dignidade é direito de todos, mas, por enquanto, alguns só a conhecem na retórica.
 * Rubens Teixeira é analista do Banco Central do Brasil, ex-diretor financeiro e administrativo da Transpetro, professor, escritor e palestrante. Doutor em Economiaimage (UFF), mestre em Engenharia Nuclear (IME), pós-graduado em Auditoria e Perícia Contábil (UNESA), engenheiro de fortificação e construção (IME), formado em Direito (UFRJ, aprovado na OAB-RJ), bacharel em Ciências Militares (AMAN). Foi um dos ganhadores do Prêmio Tesouro Nacional com trabalho baseado em sua tese de doutorado intitulado: “A Importância da Credibilidade para o Equilíbrio Fiscal: uma avaliação para o caso brasileiro”. É coautor do best seller “As 25 Leis Bíblicas do Sucesso” e do “DESATANDO O NÓ DO BRASIL: propostas para destravar a economia e travar a corrupção.”

FIM DE LINHA PARA CORRUPTOS E LADRÕES: DINHEIRO VIRTUAL (DIGITAL)


Por Rubens Teixeira *

O Brasil foi um dos últimos países do mundo a libertar os escravos e somente o fez por pressão internacional. O que foi feito com os escravos por aqui, após a “libertação”, os que sabem, se envergonham. Infelizmente, o Brasil, até hoje, vive diversas outras escravidões, como tenho apresentado em artigos neste blog (corrupção, juros altos etc). Em uma democracia corrompida, a corrupção patrocina todas essas demais formas de escravidão.

Em matéria publicada pela Revista Exame (link ao final desta matéria), é destacada a declaração de Cecilia Skingsley, vice-governadora do banco central da Suécia (o Riksbank), dada em entrevista para o Financial Times. A executiva afirmou que seu país é  pioneiro em soluções inovadoras para o sistema financeiro, pois “foi o primeiro a emitir papel moeda (em 1660) e a ter caixas eletrônicos (em 1967, dois anos antes dos Estados Unidos, segundo a Fast Company).”

No livro “Desatando o nó do Brasil: propostas para destravar a economia e travar a corrupção”, nós autores  (eu, Henrique Forno e Márcio Araujo) temos defendido que o Brasil deveria adotar dinheiro virtual (ou digital, ou eletrônico, ou qualquer outro nome que se queira dar). Com isso, se inviabilizaria a prática de crimes que envolvem dinheiro em espécie no Brasil, como assalto a banco, assalto a carro forte, saidinha de banco, explosão de caixa eletrônico, corrupção política, caixa 2, lavagem de dinheiro etc.).

Destaco que mais da metade das compras e vendas no comércio brasileiro já são feitas de forma eletrônica: através de cartão de crédito, débito ou por computador. Importante ressaltar que esta proposta nada tem a ver com “bitcoin” que, embora seja usada como um meio de pagamento, não é uma moeda fiduciária emitida por um banco central e de curso forçado em seus países, como real, dólar, etc. Tenho falado sobre isto no Brasil e no exterior, em palestras, entrevistas e textos (alguns links estão ao final deste texto).

A corrupção eleva políticos ladrões, corruptos, mafiosos e outras espécies ruins ao poder. Eles compram tudo e todos que estão à venda. A corrupção os mantém no poder sem serem julgados. A corrupção trava as instituições republicanas que devem agir em prol da justiça, do bem estar e do desenvolvimento. A corrupção faz com que pessoas preparadas sejam alijadas de oportunidades e despreparadas “corajosas” sejam elevadas a funções importantes para praticar todos os tipos de desvios em funções públicas, com o cinismo dos políticos que as indicam, seus aliados e cúmplices. Normalmente os padrinhos políticos se beneficiam.

A corrupção contribui para o avanço de vários outros crimes, como a violência, tráfico de drogas e armas, além de perpetuar a desigualdade, a injustiça e fomentar a degradação social.

A corrupção desvia recursos que poderiam ser empregados na estruturação de escolas, especialmente para os mais carentes e para os que vivem em área de risco dominadas pelo crime. Tira recursos que poderiam preservar a vida de pacientes que morrem sem socorro, sem diagnóstico, sem remédio e sem tratamento. A corrupção tira recursos do saneamento que poderia evitar doenças e melhorar a qualidade de vida de muita gente. A corrupção causa inúmeros e imensuráveis males.

A corrupção faz com que o Estado perca o controle de grandes áreas territoriais para grupos criminosos que não possuem, como o Estado, forças armadas organizadas com aviões de guerra, navios de guerra, carros de combate, canhões, morteiros, serviços de inteligência estruturados, com excelentes escolas de formação, além de polícias civil e militar, receita federal, banco central, ministério público, judiciário que pode autorizar escutas telefônicas, prisões etc. Embora instituições como as forças armadas, ministério público e outras possam ser menos afetadas pela corrupção, elas não conseguem neutralizar o efeito dos desvios cometidos por todos os corruptos que estiverem no poder se o país tiver altos índices de corrupção, como é o caso do Brasil.

Mas como fazer para acabar com a corrupção? A maior parte dela tem como moeda de troca o dinheiro. Boa parte em dinheiro vivo, em espécie, seja para apoio político (líderes dos mais diversos tipos de ambientes que se vendem), recursos sujos para campanha política, para enriquecer ilicitamente os beneficiários deste mal ou para garantir viagens e ostentações de políticos, seus aliados, etc.

O Ministério Público Federal, capitaneado por Curitiba, tem defendido a adoção das “10 Medidas Contra a Corrupção” que estão sendo debatidas no Congresso Nacional. Alguns senadores e deputados temem sua aprovação para que não se agrave as situações jurídicas de muitos deles. Parecem estar indo para o tudo ou nada: não querem aprovar estas medidas contra a corrupção, mas querem aprovar outras para conter os juízes e procuradores que devem agir para punir corruptos. Querem inclusive anistiar crimes praticados no passado. As “10 Medidas Contra a Corrupção” sugeridas pelo MPF, depois de obtidas as assinaturas necessárias, se tornaram projeto de lei de iniciativa popular que complica a vida dos corruptos e agrava as penas.

Adicionalmente a este esforço da sociedade, nós autores do livro “Desatando o nó do Brasil”, defendemos a adoção do dinheiro virtual para esterilizar a corrupção e crimes que envolvem dinheiro de uma vez por todas. Os índices de corrupção são altíssimos no Brasil. O aumento de pena é necessário, mas será mais efetivo se a prática do crime for inviabilizada. Do contrário, necessariamente e justificadamente, aumentará a população carcerária e seu custo, sobrecarregará o MP e Judiciário, e emperrará as instituições, que precisarão ser reforçadas. Embora por razões necessárias e plenamente justificáveis, isto encarecerá muito a máquina pública.

A adoção do dinheiro virtual, ou digital, evitará a prática do crime, ou seja, matará o mal no nascedouro. Suécia e Dinamarca, países desenvolvidos e pouco corruptos, mostrando por que têm bons resultados em desenvolvimento humano e econômico, saíram na frente. Enquanto isso, governantes e políticos brasileiros de um modo geral fingem não enxergar esta proposta que mudará nosso país de uma vez por todas, garantindo mais segurança aos cidadãos e inviabilizando a corrupção e outros crimes.

  • Matéria da Revista Exame, assinada por João Pedro Caleiro: “Suécia pode ser primeiro país a emitir moeda digital”clique aqui
  • Matéria da Revista Exame: “Papel Moeda tem que acabar, defende economista (Kenneth Rogoff, execonomista chefe do FMI e professor de Harvard)”clique aqui
  • Artigo de Rubens Teixeira, Henrique Forno e Márcio Araujo no Jornal Folha de São Paulo em 30 de junho de 2015:  “Proposta para o Sistema de Pagamento brasileiro”: clique aqui
  • Entrevista de Rubens Teixeira na rádio BandNews sobre dinheiro virtual : clique aqui 
  • Entrevista de Rubens Teixeira na rádio Tupi sobre dinheiro virtual: clique aqui

 * Rubens Teixeira é analista do Banco Central do Brasil, ex-diretor financeiro e administrativo da Transpetro, professor, escritor e palestrante. Doutor em Economiaimage (UFF), mestre em Engenharia Nuclear (IME), pós-graduado em Auditoria e Perícia Contábil (UNESA), engenheiro de fortificação e construção (IME), formado em Direito (UFRJ, aprovado na OAB-RJ), bacharel em Ciências Militares (AMAN). Foi um dos ganhadores do Prêmio Tesouro Nacional com trabalho baseado em sua tese de doutorado intitulado: “A Importância da Credibilidade para o Equilíbrio Fiscal: uma avaliação para o caso brasileiro”. É coautor do best seller “As 25 Leis Bíblicas do Sucesso” e do “DESATANDO O NÓ DO BRASIL: propostas para destravar a economia e travar a corrupção.”