Corrupto bom é corrupto preso, povo bom é o que sabe votar

 
Por Rubens Teixeira*
 
Corruptos, mesmo se forem competentes, gentis, religiosos, não merecem estar no poder. Os que têm sobre si grandes suspeições devem afastar-se do poder até que se esclareça tudo. Só os que têm grandeza fazem isso.
 
Corruptos profissionais jamais se afastam para esclarecer suspeitas. Na verdade, usam o poder para se defender. Desvirtuam o uso das prerrogativas que possuem e que deveriam ser utilizadas para proteger o interesse público.
 
Só os brasileiros podem mudar o Brasil. Só os brasileiros podem escolher melhor seus governantes e representantes. Só os brasileiros podem garantir um futuro melhor para si e suas gerações.
 
Os brasileiros precisam entender que corrupto bom é corrupto preso, seja político ou eleitor. Povo bom é o que sabe votar: constrói um país melhor para todos e é respeitado no mundo inteiro.
 * Rubens Teixeira é analista do Banco Central do Brasil, ex-diretor financeiro e administrativo da Transpetro, professor, escritor e palestrante. Doutor em Economiaimage (UFF), mestre em Engenharia Nuclear (IME), pós-graduado em Auditoria e Perícia Contábil (UNESA), engenheiro de fortificação e construção (IME), formado em Direito (UFRJ, aprovado na OAB-RJ), bacharel em Ciências Militares (AMAN). Foi um dos ganhadores do Prêmio Tesouro Nacional com trabalho baseado em sua tese de doutorado intitulado: “A Importância da Credibilidade para o Equilíbrio Fiscal: uma avaliação para o caso brasileiro”. É coautor do best seller “As 25 Leis Bíblicas do Sucesso” e do “DESATANDO O NÓ DO BRASIL: propostas para destravar a economia e travar a corrupção.”

ELEITOR BRASILEIRO: só isso impede o Brasil ser potência

Por Rubens Teixeira*

A diferença entre boa parte do eleitor brasileiro e o do primeiro mundo é que o brasileiro usa muitas vezes o tema “combate à corrupção” de forma pragmática. Ou seja, usa o discurso anticorrupção de forma oportunista.

O eleitor brasileiro escolhe seus governantes e legisladores. As notícias mostram que no Brasil há corruptos, pelo menos, na maioria dos grandes grupos de poder (pelo menos porque prefiro ser ingênuo do que generalizar). Conhecidos ladrões ocupam espaços importantes nos governos e casas legislativas, mostrando a índole de governantes e legisladores: todos eleitos ou reeleitos.

Mas, boa parte das vezes, quando o corrupto é ideologicamente desalinhado com determinado eleitor, o tal brasileiro ataca a corrupção do seu desafeto. Quando é corrupto aliado à ideologia do eleitor, o brasileiro fica leniente com a corrupção do representante da sua ideologia. Finge que não vê.

No primeiro mundo, não prospera facilmente a ideia implícita de corrupto preferido, corrupto alinhado, malvado favorito, mal necessário etc. Esses argumentos prosperam em uma sociedade corrupta e desonesta intelectualmente.

Isso perpetua a desigualdade, a destruição, a violência, a roubalheira e o baixo nível de desenvolvimento. O Brasil tem tudo para ser potência, basta que a maioria do povo brasileiro se comporte como povo de uma potência.

Combate à corrupção não admite pragmatismos. Todos devem, de fato, aderir à ideologia anticorrupção e combater os desvios entre seus próprios aliados ideológicos, filosóficos, religiosos, corporativos etc. Do contrário, o Brasil continuará um país rico, mas roubado com a conivência de um povo que despreza seu futuro e das próximas  gerações, mas sempre capaz de explicar suas tragédias com “bons” argumentos evasivos e, muitas vezes, intelectualmente corrupto.

* Rubens Teixeira é analista do Banco Central do Brasil, ex-diretor financeiro e administrativo da Transpetro, professor, escritor e palestrante. Doutor em Economiaimage (UFF), mestre em Engenharia Nuclear (IME), pós-graduado em Auditoria e Perícia Contábil (UNESA), engenheiro de fortificação e construção (IME), formado em Direito (UFRJ, aprovado na OAB-RJ), bacharel em Ciências Militares (AMAN). Foi um dos ganhadores do Prêmio Tesouro Nacional com trabalho baseado em sua tese de doutorado intitulado: “A Importância da Credibilidade para o Equilíbrio Fiscal: uma avaliação para o caso brasileiro”. É coautor do best seller “As 25 Leis Bíblicas do Sucesso” e do “DESATANDO O NÓ DO BRASIL: propostas para destravar a economia e travar a corrupção.”

Ex-economista chefe do FMI e professor de Harvard defende uso de DINHEIRO VIRTUAL CONTRA O CRIME

Rubens Teixeira, Henrique Forno e Márcio Araujo* 

Um dos maiores economistas do mundo, Kenneth Rogoff, professor de Harvard, ex-chefe do FMI e, certamente, um forte candidato ao Nobel de Economia, defende a extinção do papel moeda para combater a corrupção e vários outros crimes.

Hoje no Brasil já ocorre uma explosão de caixa eletrônico a cada dois dias.

Os autores do livro “DESATANDO O NÓ DO BRASIL: propostas para destravar a economia e travar a corrupção”, Rubens Teixeira, Henrique Forno e Márcio Araujo, todos funcionários de carreira do Banco Central do Brasil vem defendendo há pelo menos dois anos a adoção em nosso país de moeda virtual para substituir as cédulas de reais.

A adoção desta solução para a nossa base monetária evitaria diversos crimes, como: assalto a banco, assalto a carro-forte, saidinha de banco, explosão de caixa eletrônico, lavagem de dinheiro, caixa-2 em campanha eleitoral, etc. Importante: não se pode colocar dinheiro virtual em mala, meia, roupas íntimas etc.

Será que com o reforço de peso a essa causa, alguém no Brasil finalmente toma alguma providência?

“Rubens Teixeira convoca brasileiros a aderirem a proposta e a pressionarem ao Congresso Nacional e ao governo para que adotem as medidas cabíveis para a implantação do dinheiro virtual no Brasil.” ASSISTA E DIVULGUE O VÍDEO: clique aqui

“Proposta para o sistema de pagamentos brasileiro” – Artigo, dos mesmos autores, sobre o tema publicado no Jornal Folha de São Paulo em 30/06/2015: clique aqui

“Papel Moeda tem que acabar, defende economista (Kenneth Rogoff)”: clique aqui

Livro “The curse of cash” de Kennet Rogoff: clique aqui

* Rubens Teixeira é doutor em Economia pela UFF, mestre em Engenharia Nuclear pelo IME, com graduações em Engenharia de Fortificação e Construção pelo IME e em Direito pela UFRJ. Ganhou os prêmios Tesouro Nacional com sua tese de doutorado em Economia e Paulo Roberto de Castro com sua monografia de Direito. É Analista do Banco imageCentral do Brasil, ex-diretor Financeiro e Administrativo da Transpetro, além de escritor, professor universitário, palestrante e radialista.

* Henrique Forno é doutor em Economia pela EPGE/FGV com graduação em Engenharia de Fortificação e Construção pelo IME. Sua atuação lhe rendeu premiações como o BBM 2003 e Comissões Regionais de Obra do Exército. É Analista do Banco Central do Brasil, professor universitário e ex-assessor parlamentar no Senado Federal.

* Márcio Araujo é doutor em Economia pelo Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, mestre em Planejamento Energético pela COPPE/UFRJ e Engenheiro Civil pela UFRJ. É Analista do Banco Central do Brasil, onde participa de estudos voltados para o desenvolvimento do mercado doméstico de títulos públicos. Possui, também, atuação sindical na qualidade de Diretor do Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central (Sinal).

OS FRUTOS NÃO ENGANAM…

Por Rubens Teixeira*

Não há nada melhor que os resultados quando se pretende avaliar a gestão, a vida ou o desempenho de qualquer pessoa. Temperamento, humor, opiniões, etc., podem até influir, mas não refletem desempenho.

Jesus Cristo deu uma excelente dica sobre isso quando ensinou que é pelos frutos que podemos conhecer alguém. Palavras não fazem frutos ruins tornarem-se bons ou bons tornarem-se ruins. Portanto, as calúnias e as difamações, nem mesmo a lisonja mudam os frutos de alguém.

Mas para avaliar os frutos, importante que observemos com paciência. Portanto, tenha paciência e observe. Faça a sua avaliação e não seja massa de manobra. Conclua você mesmo e não seja enganado.

*Rubens Teixeira é escritor e palestrante. Autor dos livros “As 25 leis bíblicas do sucesso” e “Como vencer quando você não é o favorito”.

MENSAGEM AOS ELEITORES DE CRIVELLA E FREIXO (Mas que serve a todos os eleitores do Brasil)

Por Rubens Teixeira*

Meu candidato a prefeito, Marcelo Crivella, ganhou as eleições. Mas registro meu respeito aos eleitores de Marcelo Freixo, pessoas que muito provavelmente pensam diferente de mim sobre alguns temas. Vamos continuar discordando em muitas coisas, mas mantendo o diálogo franco e em bom nível.

Devo respeito a vocês não só porque sou cidadão brasileiro e vivo em uma democracia, mas também porque sou um cristão. A Bíblia me ensina a amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a mim mesmo. Não debocharia de quem amo.

Devo dizer que a maioria dos cristãos que conheço não sofrem de desequilíbrio, ódio ou revolta que possa ser motivo de agressão, deboche ou desrespeito a vocês. Estes comportamentos agressivos e desrespeitosos continuados não são aceitos sob quaisquer ótica: científica, social, religiosa ou política.

Reprovo os comportamentos mal educados e oportunistas de todos os lados. Eles mancham o lado que dizem defender e o fazem, na maioria das vezes, em benefício próprio (comercial, político etc). Tenho esperança que Crivella fará um governo bom para todos os moradores da Cidade do Rio de Janeiro longe deste tipo de influência malévola.

* Rubens Teixeira é analista do Banco Central, escritor, palestrante e radialista.

PEC 241: BOA, SE AVALIADA DE FORMA MEDÍOCRE: já conferiu como seu deputado votou?

Por Rubens Teixeira*

Os economistas que têm mais voz nas mídias são os que trabalham no sistema financeiro patrocinador delas, ou referendados por ele. Outros têm o desejo de ser contratados pelos banqueiros ou pelas mídias, vozes deles. Dos que restam, poucos têm ânimo e disposição de se posicionar, porque acham que não vale à pena o esforço.

Por isso, os “consensos” se fazem com muita mastigação de mingau e meias verdades ditas na mídia patrocinada. Jornalistas e economistas criam verdadeiras cláusulas pétreas. Algumas soluções são únicas e não admitem mudanças.

Será que existe algum economista que é a favor do descontrole das contas públicas? Seria o mesmo que um operador do direito defender o descontrole do crime ou um médico defender o descontrole da bioquímica do organismo ou de alguma doença.

Mas não querer este descontrole não quer dizer que todos defenderão a mesma solução. Por exemplo: cortar todos os gastos de uma família equilibra as contas e a mata de fome. Matar os delinquentes pode reduzir o crime. Matar o doente elimina as doenças. Mas nada disso é razoável.

Tomar a decisão mais fácil, em especial por um Congresso fragilizado e com muita gente delatada ou com medo de ser (e olha que o medo aumentou recentemente…), não me obriga a me fazer de idiota e ficar em silêncio. Mas lembremo-nos de que aqueles que estão lá no Congresso Nacional foram eleitos: escolhidos pelo voto, sejam quais tenham sido os critérios utilizados pelos diversos grupos sociais. São mesmo “a cara” do povo que os elegeu.

Eles estão aprovando esta solução “única” da PEC 241 para evitar outras reflexões. Contam uma parte da história e dão voz a quem eles querem. Entretanto, os fins não justificam os meios e abafar a realidade não faz a “verdade exposta” tornar-se verdade absoluta.

O déficit no orçamento do Brasil, estimado para este ano, é altíssimo: R$ 170 bi. A corrupção é maior ainda: R$200 bi. O que fazem para melhorar isso? E o desperdício? Mais outros bilhões de reais que escoam pelos ralos da incompetência na gestão pública.

Conter gastos, deixando o desperdício e a corrupção soltos é demais para eu me silenciar. Fora questões tributárias, juros altos ao consumidor, além da SELIC, e outros assuntos que falamos no texto “PEC 241: AS 7 RESPOSTAS QUE OS BRASILEIROS PRECISAM CONHECER SOBRE O “TETO DE GASTOS” que está no meu blog. Essa PEC 241 pode ser considerada boa, desde que possamos assumir que estamos fazendo uma avaliação medíocre.

Se você concorda comigo, compartilhe e divulgue este texto com outras pessoas. Se está na dúvida, mande este texto para os políticos e partidos que você conhece, ou votou, e peça que se expliquem. Se a parcela do povo enganada ou corrupta elegeu quem não representa a parcela consciente da sociedade, vamos reagir e nos defender. Se você foi enganado, está na hora de cobrar quem o enganou. Ou nós nos defendemos, ou passarão as suas máquinas corruptas sobre nós.

Confira como votou cada deputado no primeiro turno de votações: clique aqui!

* Rubens Teixeira é analista do Banco Central do Brasil, ex-diretor financeiro e administrativo da Transpetro, professor, escritor e palestrante. Doutor em Economiaimage (UFF), mestre em Engenharia Nuclear (IME), pós-graduado em Auditoria e Perícia Contábil (UNESA), engenheiro de fortificação e construção (IME), formado em Direito (UFRJ, aprovado na OAB-RJ), bacharel em Ciências Militares (AMAN). Foi um dos ganhadores do Prêmio Tesouro Nacional com trabalho baseado em sua tese de doutorado intitulado: “A Importância da Credibilidade para o Equilíbrio Fiscal: uma avaliação para o caso brasileiro”. É coautor do best seller “As 25 Leis Bíblicas do Sucesso” e do “DESATANDO O NÓ DO BRASIL: propostas para destravar a economia e travar a corrupção.”